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Como reciclar em casa: não embalagens
   
Perguntas frequentes sobre o sistema de gestão de resíduos

Saiba tudo sobre como funciona o seu sistema de recolha de resíduos e sobre a forma como é gerido e mantido o seu ecoponto

 
Temas disponíveis
Como reciclar em casa: embalagens
 Como reciclar em casa: não embalagens
O processo de reciclagem
Os responsáveis pela reciclagem
O projecto “O Meu Ecoponto”
1 - Que destino dar aos antigos termómetros que contêm mercúrio?
2 - Que destino adequado dar aos resíduos perigosos (embalagens com produtos químicos, tintas, etc) que possuo?
3 - O que fazer com os têxteis usados que já não quero?
4 - Qual deve ser o destino das madeiras?
5 - Qual o destino adequado a dar aos pequenos e grandes electrodomésticos, bem como às lâmpadas que uso em casa?
6 - O que fazer com os restos de óleo da cozinha?
7 - Onde devo colocar o quê?
1-Que destino dar aos antigos termómetros que contêm mercúrio?
Os resíduos contendo mercúrio são classificados como resíduos perigosos (de acordo com a Directiva 2000/532/CE, de 3 de Maio, transposta para o direito interno através da Portaria nº 209/2004, de 3 de Março), como tal não devem ser depositados nos resíduos comuns, pois iriam posteriormente para aterros ou incineração, contaminando os solos, as águas e o ar, entrando assim na cadeia alimentar e poluindo o meio ambiente.

O mercúrio é um metal que se evapora facilmente e cujos vapores penetram directamente no corpo humano (através das vias respiratórias, contacto com a pele e através da ingestão) provocando danos irreversíveis e cumulativos.

Quando um termómetro se parte deve tentar juntar todo o mercúrio numa só esfera com uma folha de papel ou qualquer outro objecto que o ajude. Não deverá tocar no mercúrio com a mão devido à sua toxicidade. Deverá depois fechar o mercúrio recolhido num frasco de vidro com tampa, bem sinalizado e fora do alcance das crianças.

Dado não existir ainda um fluxo específico em Portugal para este tipo de resíduos, aconselhamos o contacto da câmara municipal ou sistema municipal a que pertence. Poderá também informar-se junto da única empresa que, em território nacional, se encontra habilitada a valorizar estes resíduos "Ambicare Indústria - Tratamento de Resíduos, SA, Parque Industrial da Mitrena, Lote 75, 2910-378 Setúbal, Telefone 265 719 830", a fim de averiguar a possibilidade de recepção do termómetro que possui.
2-Que destino adequado dar aos resíduos perigosos (embalagens com produtos químicos, tintas, etc) que possuo?
Embalagens contaminadas com produtos químicos vários devem ser colocadas no ecocentro da sua área, caso este possua um espaço adequado para o efeito. Para se certificar que este é o procedimento correcto, contacte a câmara municipal e/ ou o sistema municipal ou multimunicipal de gestão de resíduos da sua área de residência.
3-O que fazer com os têxteis usados que já não quero?
Salvo algumas excepções (por exemplo, em Lisboa existem alguns contentores onde se pode depositar roupa usada), não existe no nosso país nenhum sistema implementado para recolha destes resíduos.

Tente averiguar em instituições de solidariedade social junto da sua área de residência se aceitam os têxteis usados.

Poderá ainda, especialmente no caso de têxteis de maior dimensão (toalhas, lençóis, etc), doar a canis e gatis que em geral têm falta de agasalhos para os animais.

Outra hipótese é oferecer os seus têxteis em grupos de troca e reutilização existentes na internet como o freecycle (http://www.freecycle.org/) ou o tricla (http://dado.tricla.com/). Nestes grupos é possível reutilizar não só têxteis, mas praticamente todo o tipo de objectos.
4-Qual deve ser o destino das madeiras?
Os resíduos de embalagens de madeira devem ser depositados nos ecocentros. Os resíduos de madeira são utilizados no fabrico de painéis para as mais diversas aplicações na construção civil e na indústria de mobiliário.
5-Qual o destino adequado a dar aos pequenos e grandes electrodomésticos, bem como às lâmpadas que uso em casa?
As lâmpadas de incandescência (lâmpadas vulgares) deverão ser depositadas no lixo indiferenciado (comum).

Os pequenos e grandes electrodomésticos, bem como as lâmpadas que contém mercúrio (as fluorescentes, usadas, em geral, nas cozinhas), constituem um fluxo de resíduos denominado “resíduos de equipamento eléctrico e electrónico” (REEE). A maioria dos REEE contém materiais perigosos e não deverão ser misturados com os restantes resíduos.

Ao adquirir um novo electrodoméstico, a loja onde o faz é obrigada a receber o seu electrodoméstico velho equivalente. Caso não tenha adquirido um electrodoméstico novo, mas queira desfazer-se de um velho, deverá depositar este no ecocentro da sua zona. Alternativamente, em muitos municípios já existem sistemas de recolha porta-a-porta para estes resíduos, vulgarmente conhecida como recolha de monos ou monstros. Contacte a sua Câmara Municipal ou sistema municipal de gestão de resíduos.

Em Portugal, existem actualmente duas Entidades Gestoras para o fluxo REEE, Amb3E e ERP-Portugal, cujos contactos indicamos abaixo, e que poderá contactar para obter mais informação:

AMB3E
Av. do Forte, 3 Edifício Suécia I, piso 3
2794-038 Carnaxide
Telefone: 214 169 020
www.amb3e.pt

ERP - Portugal
Beloura Office Park, Edifício 6, piso 1 Sala 6
2710-444 Sintra
Telefone: 210 029 211/2
www.erp-recycling.org
6-O que fazer com os restos de óleo da cozinha?
Alguns municípios já fazem a recolha selectiva destes resíduos nos ecocentros. Contacte a Câmara Municipal ou o sistema municipal ao qual pertence e certifique-se se pode depositar o óleo no ecocentro da sua área ou noutro local indicado para o efeito. Esta é a melhor solução para estes resíduos.

Caso isso não seja possível, deverá armazenar o óleo numa garrafa e posteriormente deposita-la no caixote dos resíduos indiferenciados (lixo). Em situação alguma despeje o óleo na rede de esgoto.

A frequente descarga de óleos alimentares usados na rede pública de drenagem de águas residuais é apontada como uma das principais causas para o mau funcionamento das Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) que não se encontram preparadas para o tratamento de elevadas cargas destes resíduos.

Caso se trate de um grande produtor de óleos alimentares usados, como uma unidade de restauração, hotel, ou outros, terá de contratar uma empresa certificada que dê o destino adequado a este resíduo.
7-Onde devo colocar o quê?

 

DESCRIÇÃO

  DESTINOS ADEQUADOS

Embalagens

Papel/ Cartão

Ecoponto

Vidro

Plástico/Metal

Perigosos

Pilhas

Pilhão

Medicamentos (colocar embalagem de cartão para reciclar, no ecoponto azul)

Farmácias

Tintas e vernizes

Ecocentros ou telefonar para Câmara Municipal

Lâmpadas

Ecocentros e superfícies comerciais

Tinteiros e tonners

REEE´s

Orgânicos

Sobras alimentares

Compostagem ou resíduos indiferenciados (lixo)

Refugo

Orgânicos que não podem ir para a compostagem

Contentor dos resíduos indiferenciados (lixo)

Resíduos que não são embalagens nem perigosos

Monstros

Tudo o que tem elevadas dimensões: móveis, grandes electrodomésticos

Ecocentros ou telefonar para a Câmara Municipal

Pneus

Todos os pneus comercializados em Portugal

Pontos de recolha da Valorpneu, a sociedade de gestão de pneus (consultar em www.valorpneu.pt).

Resíduos de Construção e demolição

Resíduos provenientes de obras de construção civil

Informar-se na Câmara ou no ecocentro

 

Óleos alimentares usados

Óleos resultantes dos cozinhados

Ecocentros ou outras instalações fornecidas pelas Câmaras Municipais

Óleos usados

Óleos provenientes dos motores de veículos e indústrias

Entregar num colector licenciado pela SOGILUB ou num ecocentro

Veículos em Fim de Vida (VFV)

Veículos ligeiros de passageiros e de mercadorias

Centro de recepção ou operador de desmantelamento pertencentes à rede da VALORCAR

   
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