Plástico Depositar: Garrafas, garrafões e frascos de:
- água
- sumos e refrigerantes
- vinagre
- óleos alimentares
- detergentes ( incluindo lixívia)
- produtos de higiene ( shampô, cremes)
- óleo de motor
Sacos de plástico Sacos de ráfia (batatas e cebolas) Filme plástico Esferovite Pacotes de leite e bebidas (ECAL - embalagens de cartão para alimentos líquidos ) Embalagens de Iogurtes sólidos e líquidos Embalagens de manteiga e margarinas Embalagens de batatas fritas e aperitivos Bisnagas de mostarda, ketchup Copos de plástico Tampas de plástico Vasos
Não depositar: Garrafões de combustível Baldes Cassetes de vídeo CD's e DVD's Canetas Cabides Rolhas de cortiça Talheres de plástico
Metal Depositar: latas de bebidas latas de conserva caricas tabuleiros de alumínio aerossóis vazios Tampas metálicas Tubos de pasta de dentes
Não depositar: Electrodomésticos Pilhas e baterias Objectos que não sejam embalagens, por ex.: tachos e panelas, talheres, ferramentas, etc.
Papel Depositar: embalagens de cartão, por ex.: caixas de cereais; bolachas, etc sacos de papel papel de embrulho jornais e revistas papel de escrita papel de impressão caixas de cartão de ovos envelopes (não é preciso tirar janela)
Não depositar: embalagens de cartão com gordura, por ex.: pacotes de batatas fritas, caixas de pizza sacos de cimento embalagens de produtos químicos papel de alumínio papel autocolante papel de cozinha, guardanapos e lenços de papel sujos toalhetes e fraldas papel plastificado
Vidro Depositar: Garrafas (bebidas, azeite) Garrafões Frascos Boiões sem tampa
Não depositar: Loiças e cerâmicas (pratos, copos, chávenas, jarras, cristais.) Materiais de construção civil Janelas, vidraças, espelhos, etc. Frascos de Perfume. Lâmpadas.
Notícias
Funcionários públicos com mais de 60 anos poderão ter mais dias de férias
Os funcionários públicos com mais de 60 anos de idade poderão vir a usufruir de mais dias de férias, para compensar o aumento da idade da reforma para os 65 anos, anunciou o secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo.
Em entrevista ao "Jornal de Negócios", o governante revela que, a partir de 2007, todos os funcionários públicos admitidos no Estado - à excepção dos que exercem funções de soberania - serão recrutados pela via de contrato individual de trabalho.
João Figueiredo indica ainda que a revisão do sistema remuneratório e de carreiras na função pública vai permitir reduzir muitas das actuais 1049 carreiras, bem como baixar as remunerações associadas às progressões automáticas.
Os cortes nos benefícios dos funcionários públicos têm feito acelerar, este ano, os pedidos de antecipação de reforma de muitos trabalhadores do Estado, situação que se encontra dentro das expectativas do Governo e que contribuirá para a meta estabelecida de redução líquida de 75 mil funcionários públicos até ao final da legislatura.